Deleuze; "O Ser do sensível é a diferença: expressar a essência é expressar a diferença, Ser é diferenciar-se!" "O que se repete é o diferente!" Cada acontecimento que nossos hábitos nos induzem a ver como repetição de um anterior, traz, na realidade, algo inédito. O que se repete não é o idêntico; é o diferente. O sentido comum recorta a generalidade e reconhece em todo lugar o idêntico. Deleuze nos convida a ver a singularidade em tudo que se repete. Nos pede que deixemos o sentido comum e os hábitos para perceber o nôvo da repetição. A repetição como diferença é o eterno retorno que descrevia Nietzsche. Cada vezque repetimos o lançamento de o dados a acaso nos leva a uma nova combinação. VER ÁS COISAS COMO ELAS SÃO... SERIA VER O DIFERENTE SEMPRE? Ainda não tinha pensado assim... A diversidade é inerente ao mundo. Diversidade das espécies entre si, dos individuos que compõem uma mesma espécie, das partes qque compõem um mesmo individuo. A tradição platónica...
conversações liberadoras