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Mostrando postagens com o rótulo deleuze

Amor- Fala Deuzeana, uma pintura japonesa!

Bocetos do patriarcado

'Bocetos', em espanhol são rabiscos, esboços, traçados cartográficos rápidos... Esse tema levantado da duplicação de mundos, do dualismo corpo e alma, da oposição dos sexos, o abrir da 'caixa de pandora', da 'boceta' e os 'bocetos', quero dizer, rabiscar fragmentos diversos que possam delinear traços marcantes da nossa cultura, e a abertura de mundos possíveis...a esperança como devir do virtual...aquilo que já existe em potência e pode se manifestar... A mulher, a criança, o animal são devires minoritários, na linguagem de Deleuze, em contraposição aos estereótipos manufaturados que existem como abstrações: homem, macho, adulto, cidadão...um devir é uma conexão, um percorrer uma linha molecular ou de fuga em relação á configurações estáveis, conservas culturais, papéis pré-estabelecidos, desencouraçamentos caracteriais...onde linhas duras se flexibilizam e entram em processos de respirar e viver outros espaços de vida... 'Bocetos do ...

Pespectivismo

Um dia mamãe me disse: "Meu filho, eu quero o bem para você, porque você não obedece?" -"Mamita o bom para mim, não é o bom para você, não é o bom para papi, necessitamos saber o que é o bom para cada um!" A DIFERENÇA DE CADA UM É SEU PONTO DE VISTA! Deleuze: "O devir se diz do ser. A diferença da identidade O múltiplo do Uno". O mundo transcendente é uma armadilha criada por ressentidos que não sabem amar o que existe!".

A diferença e a repetição

Deleuze; "O Ser do sensível é a diferença: expressar a essência é expressar a diferença, Ser é diferenciar-se!" "O que se repete é o diferente!" Cada acontecimento que nossos hábitos nos induzem a ver como repetição de um anterior, traz, na realidade, algo inédito. O que se repete não é o idêntico; é o diferente. O sentido comum recorta a generalidade e reconhece em todo lugar o idêntico. Deleuze nos convida a ver a singularidade em tudo que se repete. Nos pede que deixemos o sentido comum e os hábitos para perceber o nôvo da repetição. A repetição como diferença é o eterno retorno que descrevia Nietzsche. Cada vezque repetimos o lançamento de o dados a acaso nos leva a uma nova combinação. VER ÁS COISAS COMO ELAS SÃO... SERIA VER O DIFERENTE SEMPRE? Ainda não tinha pensado assim... A diversidade é inerente ao mundo. Diversidade das espécies entre si, dos individuos que compõem uma mesma espécie, das partes qque compõem um mesmo individuo. A tradição platónica...

A puta que pariu com as essências!

A tradição platónica sustenta um pensamento da representação. Postula a existência de um mundo transcendente onde moram os MODELOS(Idéias eternas), e daí afirma que nesse mundo há CÓPIAS(coisas refletem a essência do modelo) e SIMULACROS (coisas que pretendem refletir a essência do Modelo, porém diferem dele). Deleuze: "Eu proclamo a univocidade do ser! Que quer dizer isso? Que o ser é uma voz que se expressa igual em cada um dos diferentes entes que estão no mundo". Que o ser se expresse igual em todas ás coisas significa que estas não podem HIERARQUIZAR-SE de acordo a sua semelhança em relação a nada. O Ser Deleuziano é ANTI-HIERÁRQUICO, contrários ás teorias que, apartir de um Modelo, organizam o mundo segundo uma lógica piramidal. Atualmente, por exemplo, um autor como Ken Wilber e toda sua lógica hierarquizante, tudo encaixadinho no Modelo, diferentes níveis do Ser, escada da consciência...Deleuze bota sabão e o Ken cai com o nariz no chão... Quantas vezes fique...

Adeus ás essências

Tava conversando com um amigo ontem, ele dizia: "Como nós pensamos em termos essencialistas!" -Sim, estamos metidos nessa até o pescoço, em nossa tradição ocidental. Por isso, gostaria de esboçar um pouco mais, alguns traços do pensar Deleuzeano, que tenta fazer com que esse modo de pensar , perceber, atuar, lamba o chão onde pisa. O conceito de "acontecimento" compõe, junto com o de "diferenças", uma das mais significativas invenções de Deleuze. Os 'acontecimentos' são verbos no infinitivo:'brincar', 'bimbar', 'fugir', 'adoecer','correr', etc. O sentido-acontecimento tem dois modos de existência. Um é virtual, impessoal e eterno, neutro como uma casa vazia ou o verbo infinitivo, ainda não conjugado a uma pessoa ou tempo. O outro é atual e remete ao momento presente em que esse virtual se atualiza, quer dizer, se efetua em circunstâncias concretas e sob um ponto de vista. Deleuzze; "O sentido em s...

Técnicas de Si

É de Foucault o termo Técnicas de Si, que nos inspirou o eixo desse blog: O Cuidar de Si. Seria o terceiro eixo de suas pesquisas, arqueologia, genealogia, do seu pensar vigoroso. O primeiro eixo é o Saber. O segundo é o Poder, as relações entre Saber-Poder. No seu projeto, que ficou imcompleto, de escrever uma história da sexualidade no ocidente, depois da introdução:"A vontade de Saber", segundo Deleuze que escreveu sôbre Foucault, esse entra numa crise em diversos sentidos, vital, de penssamento, como se ficasse sem saída no movimento do seu própio pensamento. É quando ele descobre a "DOBRA", nas palavras de Deleuze, o modo como a FORÇA SE DOBRA SÔBRE SI MESMA, o que possibilita pensar a constituição da Subjetividade. Esse seria o terceiro eixo do seu pensamento: Uma Hermenêutica das Subjetividades. Seu último livro leva o o nome de "Cuidado de Si". Foucault vai pensar a filosofia grega sob a ótica do Cuidado, da prática,do ocupar-se de Si mesmo, que i...

A Ética de Spinoza-terceiro príncipio

Do amor de Deleuze com Spinoza surgiram 2 livros: "Spinoza e o problema da expressão" e "Espinosa: uma filosofia prática(1981), tradução em Português. "Spinoza acreditava que a sociedade deveria ser o conjunto de condições átraves das quais, cada corpo possa efetuar sua potência com a maior amplitude. Já não se trataria de uma relação de obediência. A obediência estaria subordinada a esse nobre objetivo". "As paixões tristes fomentam a passividade e o gosto pela escravidão. O tirano se serve delas para conservar seu poder: necessita de almas fracas que se safisfaçam obedecendo-lhe". Um dos eixos da filosofia prática de Spinoza consiste em pensar como se pode obter o máximo de 'paixões alegres', afim de perceber melhor e poder desenvolver idéias adequadas das que brotem sentimentos livres e ativos. "Será escravo, mal,insensato quem se abandone a roleta dos fatos e se deixe cair sem cessar nos encontros que não lhe são favoráveis". ...

Terceiro príncipio: O que pode um corpo?

Essa pergunta feita por Spinoza, que tanto intrigou e instigou Deleuze: "Nós não sabemos o que pode um corpo?" Na decada de 60, estudantes e intelectuais liam Reich, Deleuze foi em busca de Spinoza, que ele dizia que era uma "rajada de ar fresco na coluna". Aqui esta a Ética de Spinoza, beleza e liberdade ímpar. "Todo o universo são encontros: bons e maus. Experimentamos Alegria ao encontrar um corpo que se compõe com o nosso e eleva nossa potência. E Tristeza no encontro com um corpo que decompõe o nosso e baixa nossa potência." "Tudo que agrupamos á idéia do mal é da ordem de um encontro mal(indigestão, intoxicação, envenenamento, inveja, ressentimento, etc)" "NÃO EXISTEM O MAL E NEM O BEM. HÁ O BOM, O CONVÉM A UM CORPO; E O MAL, O QUE NÃO CONVÉM". Spinoza considera que cada corpo tem um grau de potência('conatus")que expressa sua essência e varia de acordo aos afetos que predominam nêle. Seu conceito de 'essência' nã...

Príncipios caleidoscópicos do Cuidado de Si

Retomando esse tema, que iniciei um tempo passado. É uma pespectiva pop de utilizar idéias e práticas. O primeiro príncipio, como já tinha referido, se refere a dar prioridade á AÇÃO. VIDA É MOVIMENTO, PULSA, VIBRA, CONTRAI, EXPANDE. W.Reich, num texto, "A linguagem expressiva da Vida", que esta incluído no livro Análise do Caráter, tenta pensar na expressão do Vivo, anterior á linguagem verbal, chegando á pulsação protoplasmática, que responde ao ambiente. Belo texto, talvez o texto de Reich que mais gosto. Ele chega a uma formulação: A VIDA FUNCIONA, além da linguagem falada. Esse FUNCIONALISMO, é o cerne do seu pensamento. Deleuze e Gautarri, no "Anti-édipo", uma vez e outra se referem ao FUNCIONAR DA VIDA. Esbocei o lugar da AÇÃO, no pensamento de Deleuze, incluindo o pensamento como movimento, ação, criação. A filosofia ocidental girou em torno da pergunta pelo Ser, até Heidegger, O que é isso? Qual é o ser da cadeira? do homem? O que conduz a entida...

Deleuze e Spinoza

Deleuze chamava Spinoza "O príncipe dos filósofos". È curioso que Spinoza tenha sido contemporaneo de Descartes, e seu pensamento foi tão perseguido. Para Spinoza o pensamento era uma atitude diante da vida e o desafio de forjar uma existência cada vez mais alheia ao exercicio de mandar e obedecer. A figura de Spinoza, e seus livros, foram alvo de toda classe de ataques, condenações, reprovações. Nsceu em uma familia judia acomodada, em Portugal, depois foi para a Holanda, se separou de sua religião e, por isso, em 1656 foi exconmungado e expulso de Amsterdam pelos Rabinos. Perigrinou por várias cidades, trabalhando de modo independente como pulidor de lentes. Nunca sofreu por ver-se obrigado a viver em diversas pensões mobiliadas devido a sua probreza. Deleuze; "O nomadismo desse filósofo-artesão se explica por sua capacidade para prescindir de posses e recompensas". "Nele a solidão, a pobreza e a castidade eram sinais de uma vida plena, super...

Foucault faz referência a Deleuze

"Diferença e repetição(1968)" e "Lógica do sentido(1969).são textos decisivos na obra de Deleuze. Acerca deles Foucault escreveu, em 1970, um notável ensaio intitulado Theatrum Philosophificum. "Deleuze ensina a Platão a ter mais piedade pelo real". "O filósofo já não deve ser o passáro de Platão. Acabar com o Platonismo é fazer com que a filosofia desça até a superficie e faça aderência a ela, como o piolho". "Talvez um dia o século será deleuziano!".

O Devir em Deleuze

"Na reprodução via polén, a abelha se acreca da flôr e pousa dentro dela. Cada uma se insere no ser da outra". "O conceito de Devir alude a uma relação. Chamo de casamento entre reinos!". "Se bem os termos não se modificam: a abelha segue sendo uma abelha e a flôr uma flôr, ao nível da relação há um devir abelha da flôr e um devir flôr da abelha nessa zona de vizinhança onde se unem sendo diferentes".

Metarmorfosear o eu

Escrevendo, se pode expor recordações, emitir opiniões e ostentar uma encantadora prosa que lhe transforme num autor admirado. Porém quando se trata de cavar mais abaixo,Deleuze: de esquecer-se das opiniões e de alcançar regiões sem memória, quando se trata de destruir o eu, não é suficiente ser um escritor admirado. Um Paulo Coelho da Vida. Deleuze: "Para acabar com o eu faz falta um devir animal, forças que queiram chegar além da sintaxe: um estado de tensão para fora da linguagem". O pensamento deleuzeano entende que a fragilidade é uma fonte de poder maior. Sugere afirma-la em lugar de nega-la, acredita que do lado mais débil de cada um surge seu estilo, seu encanto, aquilo que o faz insubstituível e único. Foi assim com Spinoza, Nietzsche, Artaud, Kafka, Fernando Pessoa, Lewis Carol, Osho, Proust, Dostoievski, Rimbaud, etc, todos de saúde frágil e de uma grande Saúde!

Deleuze e Nietzsche-II

Nietzsche: "Por todos os lados se faz sentir uma personalidade raquitíca, apagada, que nega a si mesma!" "Há uma enorme diferença em que um pensador veja seus problemas, seu destino, seu tormento e impessoal". e seu êxtase, ou pelo contrário lhes aborde de uma forma fria". "O desinteresse que proclamam como mérito não tem valor algum. Todos os grandes problemas exigem grande amor". "Essa apatia técnica dos cientistas, essa falta de paixão pessoal, é perigosa. É horrível sua forma de colocar no trono a seriedade e difundir o prejuízo de que o riso e a alegria são um sinal de que não pensam com rigor senão as tontas e de modo louco..." Deleuze acredita que a verdade não deve ser considerada a meta do conhecimento. O VALOR SUPREMO É A VIDA. Portanto, o pensador esta chamado a converter´se num aliado da Vida, a atuar como um artista que inventa novos valores para uma vida nobre, elevada, ativa.O trabalho da filosofia consiste em denunciar a baix...

A Vida no lugar da Verdade

Nietzsche denuncia o trabalho das forças que obrigam o pensamento em constituir-se em ciência, a restringir-se a determinadas regras para que algo seja aceito como verdadeiro. Propõe que o conceito de 'Verdade' foi imposto como ideal por forças que seu poder ao preço de restringir a liberdade de criar. "A Verdade tirana da Vida, aparece como uma criatura bonachona que concede a todos os poderes estabelecidos a segurança de que nunca lhe causará a menor incomodidade, já que ao fim e ao cabo não é mais que a ciência pura, o que eles tem querido que seja". Deleuze citando a Nietzsche. "O terrível é que em geral os piores acabam se impondo..." "O que chamam Verdade é uma invenção. Desde que Deus morreu, SÓ HÁ UMA LUTA ENTRE MÚLTIPLAS INTERPRETAÇÕES DAS COISAS QUE ACONTECEM" Desde a pespectiva nietzscheana as piores interpretações são aquelas que surgem das FORÇAS REATIVAS, quer dizer, de intresses mesquinhos, covardia, ressentimen...

A Vontade de Poder

Deleuze sôbre Nietzsche: "Nem o Poder é um objeto nem a Vontade quer objeto algum. O QUE QUER É AFIRMAR-SE A SI MESMA". "VONTADE DE PODER É ACIMA DE TUDO VONTADE DE VIDA". Mais tarde Deleuze,deslocará o conceito de "Vontade Poder" a sua definição de "DESEJO", esse será concebido não como desejo de um objeto senão como FORÇA DE DESEJAR, que sómente deseja auto-afirmar-se! A Vontade de Poder não quer o Poder. O que a Vontade quer é destruir os valores estabelecidos e criar novos valores. "A Vontade é uma criança que rí, joga, dança. Afirma sua inocência e sua alegria destruindo os valores reativos, vís e baixos, QUE SUBJUGAM A VIDA!" "É o instinto de jogo incessantemente renovado o que chama á luz a mundos novos". "Cada acontecimento tem mútiplos sentidos. A sutilíssima tarefa de pesar e avaliar quais forças predominam, se as ATIVAS ou REATIVAS, é a meta do filósofo". "Assim se pode...

Deleuze e Nietzsche-I

Deleuze escreveu: "Nietzsche e a filosofia(1962)". Nietzsche pretendeu fazer a reversão do Platonismo. Como disse A. N. Whithead:"A história da filosofia são notas de pé de página a Platão". Tão potentosa é a influência de Platão no pensamento ocidental. Nietzsche dizia que o Cristianismo era o Platonismo do povo, então ele construiu sua máquina de guerra contra Platão e o Cristianismo. Deleuze sustenta que Nietzsche foi o primeiro em advertir que quando Platão ppergunta: "Que é o belo?", Que é o justo?", etc, necessáriamente obriga a responder desde o ponto de vista das ESSÊNCIAS. "Em Platão, a oposição entre essência e aparência, entre ser e devir, depende antes de tudo, de uma forma de perguntar". Para Deleuze, o empirismo e o pluralismo, são a única garantia da liberdade, o único antídoto contra qualquer pensamento sob a pretensão da TRANSCENDÊNCIA contenha a MUTIPLICIDADE DO REAL".

A reversão do Platonismo

Afirmar que somos o que fazemos supõe eliminar a dualidade essência/aparência e fazer-las coincidir. Assim Deleuze, seguindo Nietzsche, se opõe a linha dominante do pensamento ocidental, inaugurada por Platão(427-347a.C.). Aquela que separando essência e aparência, mundo de cima e mundo de baixo, sol da verdade e sombras da caverna, oprime os sujeitos com dilemas como verdadeiro/falso, ser/no-ser, copia/simulacro, e lhes submete ao poder de uma instância inacessível que funciona como Modelo:A Idéia, Deus, a Razão, etc. Deleuze: "Nossa realidade sempre esta mudando. Platão diz que que por isso vivemos envolvidos na escuridão e na ignorância a respeito á verdade última das coisas". "O mundo ínteligivel é perfeito porém inalcansável. Se encontra além de nós, condenados a viver nessa horrível cova". "Aspiramos imitar a perfeição das Idéias ainda que isso seja impossível". "As Idéias são eternas, universais, absolutas... E também invisíveis". Deslocar...

Deleuze e Hume-Somos nossas práticas

Seguindo um pouco mais com Deleuze e o uso que ele faz de alguns autores, mas mostrar sua relevância nos dias de hoje. O mais relevante da obra de Hume, para Deleuze, É O POSTULADO DE QUE NÃO EXISTE NENHUMA IDENTIDADE PRÉVIA Á EXPERIÊNCIA. O EU SE CONSTITUE APARTIR DOS HÁBITOS. CADA SUJEITO SE DEFINE POR AQUILO QUE FAZ, POR SUAS PRÁTICAS. FALAR DO SUJEITO É FALAR DE SUAS PRÁTICAS. PORÉM DADO QUE A MÃE DAS PRÁTICAS É A IMAGINAÇÃO, MIL VARIANTES SÃO POSSÍVEIS... OS SUJEITOS NOS DEDICAMOS A INVENTAR E A CRER NO QUE INVENTAMOS. PARA VIVER NECESSITAMOS FICÇÕES! O que É,jamais se modifica, esta dado de uma vez e para sempre. O que fazemos,de outro modo, depende das circunstâncias e, como essas são variáveis, podem transformar-se inumeráveis vezes. Deleuze: "A conclusão que tirei, depois de ler toda obra de Hume, ´´e esta: A FILOSOFIA DEVE CONSTITUIR-SE COMO TEORIA DO QUE FAZEMOS, NÃO COMO TEORIA DO QUE É" Na filosofia Deleuzeana os conceitos conduzem ás práticas e não as essências.