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Zaratustra e A ESTÉTICA DA EXISTÊNCIA

Acaso aspiro à felicidade?
Eu aspiro à minha obra!
Chegou o leão, os meus filhos não tardam;
Zaratustra amadureceu; chegou a minha hora.
Esta é a minha alvorada; começa o meu dia; sobe, pois, sobe no céu, Ó Grande Meio−dia!"
Assim falou Zaratustra, e afastou−se da caverna, ardente e vigoroso, como o sol matinal
surgindo detrás de escuros montes!

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