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Mundos internos, mundos externos

Uma bela síntese do pensamento humano sobre o significado da vida, sobre a realidade que nos constitui. Filosofia, ciencia, religião... Ocidente, oriente...

Estéticas de la existencia

Espacio TAO Invita a un encuentro de Carnaval 1 al 8 de marzo Estéticas de la existencia Construyendo estilos de vida liberadores una GENEALOGÍA DE LA CULTURA MODERNA Hagamos de la vida una obra de arte ¿EN QUÉ MUNDO QUEREMOS VIVIR? ¿QUÉ MUNDO QUEREMOS CONSTRUIR JUNTOS? En este encuentro de 8 días, en un entorno natural único, en los hermosos cerros de Aiguá, personas, familias, amigos, niños, adolescentes, adultos montan campamentos nómades y conversan acerca de sus modos, hábitos, estilos de vivir en el trabajo, en las viviendas, alimentación, cuidado con los hijos, relación de parejas, sexo, amor y juego, grupo familiar, amistades, deseos, conflictos, sufrimientos, vida urbana y tribalista, medicinas, terapias, educación, espiritualidad, valores humanos, tecnologías insustentables y sustentables! EJES TEMÁTICOS Y ENLACES TEÓRICO-PRÁTICOS Vivir es conocer y conocer es hacer Matriz biológica y cultural de la existencia humana - Biología del amor...
https://sites.google.com/view/embuscado-caminho-perdido/in%C3%ADcio Humanismo - 1o discurso na ONU - Papa Paulo VI Indiferentismo Religioso, Liberalismo e Imutabilid... Livro - A Ditadura do Relativismo - Roberto de Mattei Livro - O Concílio Vaticano II: Uma história nunca... Relativismo - A grande heresia modernista Arcebispo Carlo Maria Vigano - declarações ímpias ... Regalismo - Ataques à Igreja Católica Indiferentismo religioso - qual é a Igreja de Cristo Monismo - Bases filosóficas do modernismo Lei divina - Invalidade da eleição de um Herege Gnosticismo - padrão recorrente no modernismo Indiferentismo - Toda religião é uma maneira de ch... Arianismo - Jesus não era Deus - Papa Francisco Observatório Novus Ordo Maçonaria - movimentos contra a Igreja Católica Relativismo do primado de Pedro - João Paulo II Ameaça espiritual à Igreja Católica - Papa Leão XIII Kabbalah - modernismo, Ecumenismo - Benjamin Benam... Citação - Bispo Fulton Sheen - Apocalipse e o Anti... Fátima - Reconhec...

Caminhar é preciso - caminho de santiago

Tudo vale a pena se a alma nao é pequena. O caminho soma à vida persistencia, paciencia, resiliencia e encontros de todos tipos. Nos defrontamos com nossos limites de corpo e mente e a resposta é sempre muito particular e a cada momento diferente. Uma experiencia intensa que nos abre a oportunidade de ouvir mais profundamente a nós mesmos. Missao cumprida, mente calma e espaçosa, sentimento de alegria e triste nostalgia. Fotos, vídeos, sons, um possível retrato do caminho. Mas viver a experiencia é preciso! 18o dia 7 km até Santiago um passeio acordar mais tarde, 7 hs direto albergue estacao de trem para comprar passagens catedral para missa, cheia de turistas e peregrinos visita ao tumulo de santiago com francesa e brasileiros a tarde cerveja, vinho e bocadilhos encontro com rapazes americanos, os unicos da primeira leva da caminhada peregrinos emocionados pelo fim da jornada o que faço agora, pergunta um deles... eu, descançar os pés que doem 17o dia ...

verdadeira segurança

[...] A verdadeira segurança só chega a partir do conforto com a insegurança. Se estamos confortáveis com o fluxo das coisas, se estamos confortáveis estando inseguros, então essa é a maior segurança, porque nada pode derrubar nosso equilíbrio. Enquanto tentamos solidificar, interromper o fluxo da água, criar uma barragem, manter as coisas do jeito que elas estão apenas porque isso nos faz sentir seguros e protegidos, então estamos em apuros. Essa atitude vai exatamente contra todo o fluxo da vida. Tenzin Palmo (Inglaterra, 1943-), “Into the Heart of Life”

Essência da prática

[...] A essência da prática budista não é tanto um esforço para mudar seus pensamentos ou comportamento para que possa se tornar uma pessoa melhor, mas sim em realizar que não importa o que você pense sobre as circunstâncias que definem sua vida, você já está bem, inteiro e completo. Trata-se de reconhecer o potencial inerente de sua mente. Em outras palavras, o budismo não se preocupa muito com sentir-se bem, mas em reconhecer que você é — bem aqui e agora — tão completo, tão bom, que está tão essencialmente bem quanto jamais poderia ter a esperança de estar. Yongey Mingyur Rinpoche (Nepal, 1975 ~ ): “Joy of Living”, loc. 222

Difícil prática real

[...] Os primeiros anos são mais difíceis que os posteriores. O mais difícil é o primeiro retiro, os meses mais difíceis para sentar estão no primeiro ano, o segundo é mais fácil, e assim vai. Mais tarde, pode surgir outra crise, talvez após cinco ou dez anos meditando, quando começamos a entender que não vamos obter nada com isso — absolutamente nada. O sonho acabou — o sonho da glória pessoal que achamos que iremos obter com a prática. O ego está se apagando; este pode ser um período duro e difícil. Ao ensinar, vejo as agendas pessoais das pessoas se quebrando. Isso acontece na primeira parte da jornada. É realmente maravilhoso, embora seja a parte difícil. A prática se torna não-romântica: não soa como aquilo que lemos nos livros. Então a prática real começa: momento a momento, apenas encarando o momento. Nossas mentes não mais ficam esperneando tanto; ela não nos domina mais. Começa a renúncia genuína de nossas agendas pessoais, embora mesmo assim possa ser interrompida por todo ti...

Vacuidade: ausência de centramento no eu

“Vacuidade” (“shunyata” em sânscrito) tem muitos significados sutis no budismo, mas talvez isso possa ser compreendido de modo mais simples como a ausência de centramento no eu. Geralmente consideramos o centramento no eu como um problema de personalidade, algo que faria nossos amigos nos recomendar terapia. Mas “centramento no eu” tem um significado mais fundamental. Isso ocorre quando criamos ou mantemos a ideia de um eu no centro de nossas vidas, um ponto de referência para tudo que pensamos e sentimos. O centro no eu é uma ideia ou sentimento de alguém por trás de todas as experiências, alguém a quem isso está acontecendo. A maioria de nós vive no campo gravitacional desse centro em si, circulando em volta das esperanças e medos, planos e preocupações, nosso trabalho e relacionamentos. Nossas vidas parecem girar em torno do desejo por experiências sempre novas, mesmo que as vejamos mudando constantemente. Mas com atenção inteligente sustentada, através do poder da consciência...

Amor- Fala Deuzeana, uma pintura japonesa!

PODER....fala Deleuze!

Teatrum da Cons-ciência!

Alejandro Jodorovski é potência de ANIM-A-ÇÃO!

Graça feroz - Ram Das

Richard Alpert viajando pela India, encontra um Yogue que lhe pede todo estoque Lisérgico, sem misturas, Richard lhe passa, ele toma tudo de vez, ri e diz:"isso tem o mesmo efeito que um copo de água". Richard baixa a cabecinha e se entrega, volta para o EUA, como Ram Das, tomou iniciação. (Manoel)

tudo era vaidade e desejo vão

“Então olhei eu para todas as obras que as minhas mãos haviam feito, como também para o trabalho que eu aplicara em fazê-las; e eis que tudo era vaidade e desejo vão, e proveito nenhum havia debaixo do sol Salomao

livre de preguiça

Já foi dito nos ensinamentos budistas que sem empenho, você não tem como trilhar o caminho. Quando está de férias ou em um feriado, você fica bem inspirado para acordar de manhã, já que espera ter uma experiência ótima. Empenho é como no minuto antes de levantar da cama em uma viagem de feriado: você confia que tudo será bom, mas é preciso colocar algum esforço ali. Então o verdadeiro empenho é um tipo de celebração e alegria, livre de preguiça. Chogyam Trungpa  (Tibete, 1939 – Canadá, 1987). “Training the Mind” ( Ocean of Dharma Quotes of the Week , 2012-06-12)

Maturana - La belleza de pensar

Desequilíbrio sobressaindo do equilíbrio

Shunryu Suzuki  (Japão, 1904 ~ EUA, 1971): Viver no reino da natureza Buda significa morrer como um ser pequeno, um momento depois do outro. Quando perdemos nosso equilíbrio, morremos, mas ao mesmo tempo também nos desenvolvemos, crescemos. O que quer que vejamos está mudando, perdendo seu equilíbrio. O motivo porque todas as coisas parecem bonitas é porque cada uma está fora do equilíbrio, mas ao fundo, o segundo plano está sempre em harmonia perfeita. É assim que cada coisa existe no reino da natureza Buda, perdendo seu equilíbrio contra um fundo de equilíbrio perfeito. Então, se você ver as coisas sem compreender o fundo da natureza Buda, tudo parece estar na forma de sofrimento. Mas se compreender o pano de fundo da existência, você compreende que o próprio sofrimento é como vivemos, e como traçamos nossa vida. Então, no Zen, às vezes enfatizamos o desequilíbrio e a desordem da vida. “Zen Mind, Begginer’s Mind”, loc. 285

Educação para um mundo digital - Naranjo

Livro - Naranjo: "27 personajes en busca del ser"

Claudio Naranjo, Ayahuasca: enredadera del rio celestial

Quando a prática dá frutos

[...] O desejo que exige ter satisfação é o problema. É como se nos sentíssemos constantemente com sede e, para extinguí-la, tentamos colocar uma mangueira em alguma torneira na parede da vida. Continuamos pensando que com essa ou aquela torneira, teremos a água que precisamos. Ao escutar meus alunos, todos parecem sedentos por algo. Podemos conseguir um pouco de água aqui e ali, mas isso apenas nos atormenta. Estar realmente sedento não é divertido. [...] Se estamos tentando por anos fixar nossa mangueira nessa ou naquela torneira, e cada vez descobrimos que não é suficiente, vai chegar um momento de profundo desencorajamento. Começamos a sentir que o problema não é falharmos em nos conectar com algo lá fora, mas que nada externo poderá jamais satisfazer a sede. É aqui que, bem provavelmente, começamos uma prática séria. Este pode ser um momento horrível — compreender que nada jamais irá satisfazer. Talvez tenhamos um bom emprego, um bom relacionamento ou família, e ainda ass...

Passar por situações difíceis é uma parte essencial da jornada espiritual

Aprender a viver em um espaço de amizade e amor requer paciência e constância. Com muita frequência, caímos de volta nos padrões costumeiros de nos sentir perturbados, sentir irritação, raiva e inimizade. Mas esses estados também podem ser para nós como um sino de alerta para a consciência plena, nos lembrando de investigar em vez de se afogar nesses sentimentos. Thomas Merton sabia que passar por situações difíceis é uma parte essencial da jornada espiritual. Ele escreveu: “Oração e amor são aprendidos no momento em que orar se tornou impossível e o coração se transformou em pedra.” Joseph Goldstein

Vídeo - educação para o amor - Naranjo

O OBSERVADOR E O OBSERVADO!

A tradição filosófica ocidental, costuma falar de sujeito e objeto, de Descartes a Lacan, embora 'sujeito' faz remeter a uma certa permanência e substancialidade, caso Lacan é singular, desde que esse pendura o sujeito no significante, sujeito é um sempre um significante para outro significante, o que não nos livra desse significante despótico que se institue como identificação com o nome do pai, em nossa sociedade pós-moderna ou como se queira denominar, esse significante despótico se pluraliiza em "nomes-do-pai". Agonia do patriarcado-matriarcal, ainda "necessitamos" segurar num pau de pai, pelo menos um, para não desabar! Descartes é conhecida a saída inagural da subjetividade moderna "penso, logo existo!", assim emerge o "cogito"(sujeito do conhecimento) e a "res-extensa"(coisa extensa), objetos do mundo. Fenomenologia existencial, a consciência é sempre intencional, visa um objeto, consciência de "algo",...

Zen e Zenão

Nagarjuna Se diz que Sidharta Gautama, que se tornou o Buda,"O desperto".  Antes de expirar seu último alento nessa Terra, fez a predição da vinda  daquele que viria expandir a compreensão do Dharma... Nagarjuna se manifestou no sec. II A.C., na India, o célebre sábio budista  desenvolveu o sistema madhimika (caminho do meio), meio habilodoso (upaya),  extremamente refinado, de passar sabonete nas argumentações lógicas da mente-intelecto-ego,  que escorrega com nariz no chão, nas suas pretensões de sair vencedor nas disputas intelectuais  e filosóficas, desse modo aprisionar a sabedoria(prajna) num conhecimento codificado. O madhyamika é a refutação sistemática de qualquer opinião filosófica classificável na lógica indiana: (a)É, (b)NÃO É, (c)É e NÃO É, (d)NEM É NEM NÃO É  ou (a)SER, (b)NÃO-SER, (d)SER e NÃO SER, (d)NEM SER NEM NÃO SER. Assim, por exemplo, (a) propõe SER e SUBSTÂNCIA como realidade definitiva,  ao modo Aristotélico e S...

Os problemas do mundo tem como base distorções cognitivas, não políticas

Cuando tenemos esta experiencia mística de ver la naturaleza amorosa del universo, vemos que lo que aportaría paz al mundo no es la política. Vemos que no hay modo de aportar auténtica armonía al mundo excepto viendo la armonía que ya hay en él. Vemos que la armonía externa debe ser una expresión de la armonía interna; si no es así, nunca se manifestará puesto que nuestra visión del mundo seguirá siendo una proyección de las ilusiones internas de separación y conflicto. Fundamentalmente, todo el mundo tiene esta proyección y se encuentra incómodo con ella, intentando cambiarla o mejorarla, luchando con ella dentro de su mente, haciendo pequeños cambios aquí y allá, pero básicamente sin resolverla. Si reconocemos realmente la naturaleza interior de la realidad -que es amorosa, que es gozosa, que es abundante- viviremos a partir de este reconocimiento y actuaremos de modo que podamos llevar a los demás a dicho reconocimiento. Esta es la causa de que los maestros espirituales no suel...

Auto-conhecimento!

Quem sou eu? Donde vim? Para onde vou? Se você quer saber quem é você, e aí olha olha para dentro de Si, olha, olha, afina as orelhas, pega uma almofada e senta, esvazia a mente... Vai profundo...cada vez mais profundo...dias...mêses...anos...hummmmm... Sabe o que você encontra? -Nada! Simplesmente, Nada! Haaaaaaheeee... Não acredite em mim, sou um charlatão, vá fundo e busque seu tesouro no interior! Posso até te emprestar uma das minhas almofadas, a preta do Zen, a vermelha de uma linhagem Tibetana ou a azul, que ganhei de presente de um amigo, Trilha Sagrada do guerreiro...a que mais gosto, para meditar, não é uma almofada, é uma rêde cearense, onde o indio Ladino, refrescava sua cuca...e tomava água de coco! Bem, e daí? Tan Ta Ram...Tan Tara Ram...I 'm Sou Ra! O buscado pelo buscador não se encontra via concentração, num ponto, nem no umbigo narcísico, a não ser, NÃO-SER, NO-SENSE, que o umbigo, lugar de densificação do eu ou mesmo símbolo do eu, se difunda, se espreguice por t...

AQUI ONDE ESTAMOS!

Aqui vai uma história, revitalizada pelo "mestre do bom nome", Baal Shem Tov, com comentário do filósofo existencialista-judaico, Martin Buber(1878-1965). Essa história é o miolo do livro "O alquimista", do charlatão Paulo Coelho. Sem pressa, paciência, sem interpretações apressadas, uma pausa no turbilhão da sua mente e dos seus afazeres, ela esta dedicada a você, querido amigo(a)... Aí vai, ela contém a singularidade do Hassidismo; "O Rabi Bunam costumava contar a história de Eisik, filho de Jekel, de Cracóvia, aos alunos que vinham vê-lo pela primeira vez. Depois de anos passando por muitas dificuldades, que não abalaram sua confiança em Deus, Eisik tinha recebido uma ordem num sonho: procurar por um tesouro debaixo da ponte que leva ao castelo real, em Praga. Mas a ponte era guardada o tempo todo por vigias, e ele não tinha coragem de cavar. Mesmo assim, ele ia até a ponte todos os dias pela manhã e ficava rodeando-a até a noite. Finalmente o c...