Foi na manhã de um verão que começava. Uma neblina prateada iluminava e tremia sobre as árvores. E o ar recendia perfumes. A temperatura parecia uma carícia. Lembro-me - nem preciso lembrar - que subi numa árvore e me senti imediatamente imenso nisso. Não posso chamá-lo por um nome. E nem preciso de palavras. Eu e isso éramos uma coisa só.
Bernard Berenson apud Alan Watts.
Bernard Berenson apud Alan Watts.

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